Esta é a pergunta que muitas pessoas fazem. Sendo cada vez mais comuns na iluminação de espaços públicos e moradias, as lâmpadas LED (termo que significa Díodo Emissor de Luz – Light Emitting Diode) apelam à curiosidade de quem quer garantir que ilumina a sua casa por um menor preço. Ainda assim, os custos imediatos das lâmpadas LED levam muitas pessoas a questionar se esta solução de iluminação valerá realmente a pena. São muitas as vantagens deste tipo de lâmpada e, de facto, o seu uso pode, a médio e longo prazo, compensar na sua economia. Neste artigo, é sobre esta temática que nos debruçaremos, para garantir que conhece as diversas vantagens da iluminação LED. Assim, poderá tomar a sua opção conhecendo melhor as mais-valias destas lâmpadas e garantir que faz uma escolha informada e certeira.

1. Consumo: o primeiro momento de poupança Eletroluminescência é a palavra de ordem quando falamos de lâmpadas LED. Este nome, algo complexo, é, na verdade, muito simples de explicar, e justifica a primeira razão pela qual as lâmpadas LED são economicamente compensatórias. A eletroluminescência é o processo eficiente de funcionamento deste tipo de lâmpada, que não recorre, como as lâmpadas convencionais, aos filamentos metálicos ou à radiação ultravioleta. Isto faz com que se consiga o mesmo tipo de iluminação com gastos energéticos muito menores – cerca de 80% menores. Para que tenhamos noção, uma lâmpada convencional que use 60W poderá ser substituída, com a mesma eficácia em termos de luminosidade – por uma lâmpada LED que gaste apenas 6W.

2. Durabilidade: o segundo momento de poupança Além de o gasto energético inicial ser, desde logo, visivelmente menor, este tipo de iluminação permite, ainda, um gasto muito reduzido no que respeita à sua manutenção. Isto acontece porque a vida útil deste tipo de lâmpada é muito maior. Para que tenha noção, a duração normal destas lâmpadas é, em média, entre 10 e 30 anos, o que equivale a uma duração 50 vezes superior à das lâmpadas convencionais. Além disto, é também verdade que as próprias lâmpadas, não contendo vidro ou filamentos, são mais resistentes, sendo improvável que se partam, mesmo perante uma situação de impacto.

A iluminação LED prima, também, pela sua durabilidade, chegando a durar 50 vezes mais do que uma lâmpada normal (entre 10 a 30 anos). Além disto, possui uma luminescência constante, suportando com facilidade o constante ligar/desligar, tão usual em espaços comuns, sem sofrer desgaste ou perder luminosidade.

3. Pouca perda energética: o terceiro momento de poupança Se usa lâmpadas convencionais, provavelmente já terá tido a experiência de tocar numa… e de se queimar nela! Isto acontece porque esse tipo de lâmpada, à medida que vai cumprindo o seu papel de iluminação, perde calor. Esse calor não é mais do que energia dissipada, que se perde e que, inevitavelmente, pesa no seu orçamento sem que tenha cumprido o papel que desejava. Contrariamente a estas lâmpadas, os LEDs não têm (ou têm muito poucas) perdas de energia sob a forma de calor. Pode comprová-lo, se quiser, tocando numa lâmpada LED acesa. Verá que, por norma, esta não emite calor durante o processo de funcionamento.

4. Preocupação ecológica: o quarto momento de poupança Neste caso, a poupança não é na sua carteira… falamos, aqui, de poupar o meio ambiente (e de todas as consequências positivas que a sua saúde e a das futuras gerações encontrarão em poupá-lo). As lâmpadas de LED, ao contrário de outros tipos de lâmpada (como as fluorescentes ou as de halogéneo), não contêm tungesténio ou mercúrio.

5. Versatilidade: o quinto momento de poupança Poupar também significa pouparmo-nos. E, no que diz respeito a esta questão, a iluminação LED é nossa aliada. Para uma vivência mais saudável, a cor e intensidade das luzes das nossas casas deve ser adequada aos usos de cada divisão. As luzes LED são versáteis e têm três cores distintas. Com este tipo de lâmpada, na tonalidade azulada (6500 Kelvin), conseguirá iluminar zonas de trabalho, onde necessite de realizar tarefas que lhe exijam atenção e/ou tarefas minuciosas, uma vez que esta cor se aproxima muito da luz do dia e se torna estimulante. É muito indicada, por exemplo, para os lavabos ou a cozinha. Locais de conforto, como a sala ou os quartos, poderão pedir uma tonalidade LED mais amarelada (2700 kelvin), permitindo que crie um ambiente de aconchego. Já locais de exposição ou exteriores poderão pedir uma luz natural, tom que encontrará também em LED e que as galerias de arte têm explorado na exibição das suas obras.

Desta forma, embora o preço inicial das lâmpadas LED possa parecer-lhe excessivo, quando comparado com as restantes formas de iluminação, a verdade é que este investimento inicial acaba por compensar bastante na sua economia a médio e longo prazo